Peitoxo Bezerra escreve a 23 anos.
Seus versos nascem do cotidiano, da memória e das emoções que permanecem.
Chorar não vale a pena
nenhuma lágrima
vale a metade
de um sorriso...
Parar não vale a pena
cada passo
do passado e do presente
são importantes nesse caminho...
Desistir do amor não vale a pena
seria um equívoco ao amanhecer
lamentar o até logo do sol
se podemos sonhar com o dia seguinte...
Morrer não vale a pena
ensinamos pouco
e aprendemos menos ainda
para partir para uma nova vida...
Chorar não vale a pena
nenhuma lágrima
vale a metade
de um sorriso...
Parar não vale a pena
cada passo
do passado e do presente
são importantes nesse caminho...
Desistir do amor não vale a pena
seria um equívoco ao amanhecer
lamentar o até logo do sol
se podemos sonhar com o dia seguinte...
Morrer não vale a pena
ensinamos pouco
e aprendemos menos ainda
para partir para uma nova vida...
Peitoxo Bezerra escreve a 23 anos.
Seus versos nascem do cotidiano, da memória e das emoções que permanecem.
Nem tudo cabe no silêncio.
O que permanece não precisa ser dito.
Peitoxo Bezerra escreve a 23 anos.
Seus versos nascem do cotidiano, da memória e das emoções que permanecem.
Não publico livros.
Eu construo permanência.
O mercado ensina velocidade. Eu trabalho com tempo.
Enquanto muitos correm para lançar, eu paro para construir.
Cada livro passa por um processo. Cada detalhe tem intenção.
Porque um livro não é conteúdo. É objeto. É memória. É presença.
Algumas obras não pedem atenção.
Elas permanecem mesmo quando esquecidas.
Este não é apenas um selo editorial.
A maioria escreve para lançar.
Alguns escrevem para permanecer.
Peixoto Bezerra
Não é apenas sobre publicar um livro.
É sobre construir uma obra que permaneça.